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Exame de DNA confirma que corpo carbonizado é de embaixador grego

Polícia comparou material genético da mãe de Kyriakos com restos mortais encontrados em carro. Informação foi confirmada por delegado da DHBF.

 

Embaixador Kyriakos Amiridis passava férias no Rio (Foto: Reprodução/Facebook/Grécia no Brasil)

Embaixador Kyriakos Amiridis passava férias no Rio (Foto: Reprodução/Facebook/Grécia no Brasil)

O Corpo encontrado carbonizado próximo ao Arco Metropolitano, no banco traseiro de um carro também incendiado, é do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriacos Amiridis, de 59 anos, segundo resultado de exame de DNA realizado pela Polícia Civil. A informação foi confirmada pelo delegado Evaristo Magalhães, da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), responsável pela investigação do caso.

“Recebi agora as informações do perito da genética que o exame deu positivo. Já tinha um resultado preliminar indicando que seria o corpo do embaixado. O primeiro perito disse que pela arcada dentária não seria possível determinar, mas com recursos mais modernos tudo indicava que o cadáver era do embaixador. [O exame de DNA] é a prova mais segura que a gente tem”, afirmou ao G1 o delegado.

O material genético utilizado no exame é da mãe de Kyriakos, que vive na Grécia, e foi comparado com os restos mortais encontrados em carro no Arco Metropolitano.

Segundo a investigação da polícia, Kyriacos foi morto em casa, no dia 26, em Nova Iguaçu, antes de ser levado para dentro do carro que ele mesmo havia alugado no dia 21 de dezembro. A polícia já disse não ter dúvidas de que se tratou de um crime passional. Os principais suspeitos são o policial militar Sérgio Gomes Moreira Filho, de 29 anos, a mulher do embaixador, Françoise de Souza Oliveira, de 40 anos, e o primo do PM, Eduardo Moreira de Melo. Todos estão presos.

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